Camping em Borborema

E para o Blog pulsar, vamos para mais uma desventura em série, desta vez pelos confins de Borborema, em um lugar onde a magnífica beleza do tão mal falado Rio Tietê destoa daquela que a maioria conhece da capital. Está preparado? Vamos juntos!

Neste fim de semana, do dia 20 a 22 de maio de 2016, fomos para Borborema, cidade conhecida pela pesca e aluguel dos famosos ranchos e pesqueiros, em razão de ficar próxima ao rio Tietê. Neste Camping, na verdade foi mais uma visita em família e confraternização dentro de um condomínio fechado, onde os familiares possuem um rancho, mas como iria muita gente e eu tinha a certeza que faltariam quartos, foi uma ótima oportunidade para tirar a poeira da barraca e partir.

Cabeça de bacalhau, enterro de anão e biro biro pescando. Destes três pelo menos um temos registro. Corvina com 4,9kg.

Cabeça de bacalhau, enterro de anão e biro biro pescando. Destes três pelo menos um temos registro.
Corvina com 4,9kg.

O condomínio que ficamos, chama-se Espírito Santo, situa-se um pouco à frente de Borborema, e um pouco antes da famosa “ponte cumprida”, que atravessa o rio Tietê, seguindo a SP-333 (Rodovia Laurentino Mascari). Tanto neste condomínio como nos demais, existem ranchos para alugar e poder passar um fim de semana tranquilo às margens do rio Tietê, dos mais simples para os “humildão” como eu, como para a galera da ostentação, com piscina, ar condicionado e etc.

Panorâmica do condomínio. Esta foto me remeteu aquelas fotos antigas reveladas, nem filtro foi utilizado nela.

Panorâmica da saída para o rio do condomínio. Esta foto me remeteu aquelas fotos antigas reveladas, nem filtro foi utilizado nela.

#Partiu #Pesca

#Partiu #Pesca

Aonde ficamos, o local tinha um nome bem sugestivo para um Boêmio, o rancho tem o nome de “La dulce vitta” ou “A doce vida”, nada mais sugestivo. Toda a área onde são desenhadas as ruas, elas não são asfaltadas, e sim com grama, deixando o ambiente ainda mais bonito e mais próximo da natureza. Definitivamente é um lugar para descansar, os “vizinhos” são bem receptivos, a entrada do condomínio é um portão eletrônico demonstrando segurança, algumas pessoas que vão conseguem fazer umas festas mais agitadas, mas sempre que tive a oportunidade de ir, o objetivo era descanso, comer enlouquecidamente e ficar lokasso para dormir como um neném.

As três marias!

As três marias!

Companheiro de pesca e "profexô" João Carlos!

Companheiro de pesca e “profexô” João Carlos!

Para quem gosta de comer, dependendo o rancho alugado, você pode se deparar com fogões a lenha ou churrasqueiras montadas artesanalmente com tijolos, que dá todo um toque especial a comida. Além disso, há alguns quilômetros temos a Vila Orestina, uma vila de fato, onde tem um barzinho característico, onde você pode carregar o arsenal de brejas e farei um adendo, ali vale a pena comprar a nostálgica Antarctica B.O.A, não é a Sub Zero e nem a Original, cara é difícil encontrar esta cerveja e lá tem, trincando na temperatura ideal, é um point dos pescadores pra contar suas histórias, lugar interessante de passar uma tarde de domingo confortavelmente entorpecido entornando o caneco.

Gourmetizadamente falando, a carne ficava mais defumada com um paladas até difícil de comentar. E tomando aquela ceva... Hum...

Gourmetizadamente falando, a carne ficava mais defumada com um paladar até difícil de comentar. E tomando aquela ceva… Hum…

Para quem tem barco ou bote, é uma ótima pedida, fica do lado o rio, é só encostar com a carretilha ou o bote, colocar na água e partir rumo a imensidão do Tietê, o famoso lado B, que muita gente desconhece e infelizmente não tem interesse em conhecer, uma lástima. Em “alto mar” você aprende sobreviver e zelar pela sua vida, porquê lá no meio do canal, apenas você e no máximo mais três pessoas, se der algum crepe, só tem o colete para salvar, a adrenalina e concentração fica a milhão. Em compensação, pelo menos para mim, navegar pelas entranhas do Tietê é algo lindo para apreciar, principalmente em um dia de calmaria que ao nascer ou o pôr do sol, dentro de um barco no meio do nada, apenas observando e admirando de longe o horizonte, as paisagens sendo quebradas por pequenas serras e matas tropicais não há nada que substitua ou tenha preço.

Há dois anos, nunca imaginei que fosse pegar gosto pela pesca, desde então quando tenho a oportunidade de adentrar nas águas profundas com o barco de alguém (Por quê eu não tenho), é uma maravilha. Desde a montagem e preparo do barco, até coloca o famoso “Três marias” na água é muito recompensador, mesmo antes não pescando nada ou quase nada eu já estava pegando paixão pelo hobby, e este fim de semana, foi impossível não amar, em 4 pessoas, conseguimos em menos de 4 horas fazer uma pesca de mais de 50 Kg em peixes, para ser mais exato 160 peixes, podendo pescar mais, entretanto como não esperávamos tamanha intervenção divina, nossas iscas haviam acabado, e tivemos que voltar para o rancho, infelizmente. Tudo com  registros para não acharem que é a famosa “história de pescador”.

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Parecia história de pescador, a linha encostava no fundo, dávamos uma voltinha e lá estava as danadas beliscando a isca!

Então é isso pessoal, mais um post de acampadas. Semana que vem mais uma aventura, desta vez em Pongaí, fica ali pertinho. Espero que eu possa continuar com esta missão de continuar compartilhando com todos vocês sempre. Assim como uma frase que li curiosamente hoje: – Para definir o nosso futuro, é preciso realizar AGORAS.

E se o post influenciou vocês a irem, comentem o que acharam do lugar.

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