Arvore Genealógica da Família Calabrez

Famila Calabrez

Quem nunca teve aquela sensação de vazio em virtude do desconhecimento de sua origem? Aquela vontade reconfortante de saber de onde vieram seus antecessores, seja italiana, espanhola, asiática, africana ou indígena. Muitos, inclusive eu, tentam sem sucesso montar a sua árvore genealógica e param no meio do caminho. Espero que com este post, alguns interessados da Família Calabrez, Calabrese ou Calabretti (Houveram mutações graças aos escrivães da época) possam entrar em contato, ou você que está curioso para montar a sua árvore genealógica aprenda a utilizar algumas estratégias nas quais tenho utilizado. Vamos embarcar na Genealogia?

Quando era criança sempre tive fixação por descobrir de onde vim, como eram meus antecessores e o que eles faziam. Era uma época em que não tinha Internet em casa e documentos desorganizados, e com pouca idade, logo essa vontade dissipou-se.

Anos e anos depois, aproximadamente 15, já com os meus 25 nas costas, já com a infinita highway da Internet e diversos meios de como descobrir o que eu quiser, em um belo dia descubro uma carta, vinda do Canadá, mais precisamente Montreal, escrita, pasmem, em 1947. Do nada, no meio a um monte de papelada. Quase enfartei, e o pior esta mesma carta tinha uma versão traduzida de 1992, 45 anos depois da original. Fui atrás para saber quem recebeu esta carta e porquê tamanho tesouro genealógico estava jogado às cobras. Como já era esperado, foi esquecida, até este ser que vos escreve encontrar.

Hoje, estamos em 2016, ou seja, quase 70 anos depois da criação desta carta, não vou entrar em detalhes da correspondência, mas alguns nomes obviamente vou citar para que se alguém leia este post e identificar, que entre em contato. Eram três irmãos: Domenico, Giovanella e Marieta, ambos com sobrenome Calabrese. Infelizmente, devido ao tempo, provavelmente estejam mortos, mas se algum neto, sobrinho ou outro parentesco estiver por aí, de bobeira é só entrar em contato.

Após analisar os dados, procurei em sites do gênero como o Family Search ou o nosso museu online de imigração, e também pelo endereço da residência, onde ainda existe, porém com outras pessoas morando lá que não tem nada haver (Casinha simpática, toda de tijolos à mostra).

Após uma busca sem sucesso, voltei meus olhos para minha cidade, e depois de algumas dicas de uma galera que manja muito mais do que eu no assunto, comecei a fazer como me aconselharam, uma árvore genealógica na vertical, ou seja, sem olhar para as derivações (primos,tios), apenas acima da gente, como por exemplo, pais, avós, bisavós, etc.

Confiram até onde cheguei, onde eu estou descrito em vermelho, e uma faixa azul vai mostrando as minhas gerações, assim com o tempo se for encontrando mais elos, vou adicionando, entretanto esta faixa azul, exemplifica ao menos as minhas gerações sem derivações.

Arvore Genealogica Familia Calabrez

Nestes anos, já encontramos familiares em Jaboticabal-SP através de um anúncio por parte deles nas rádios da região, onde a senhora que era o elo, nada mais era que a irmã do meu avô, Antonio Calabrez, que estavam separados por longos anos. Infelizmente , pouco tempo depois ela faleceu, e meu avô a tempos já havia falecido também.

No Espírito Santo, mais precisamente Vila Velha, existem alguns Calabrez por lá, até agora sem sucesso em obter um elo entre os familiares daqui de SP e os de lá. Em Santos, outrora navegando pelo Youtube descobri este vídeo, uma colaboração de Bruno Calabrez, residente em Santos-SP, uma relíquia, onde está rolando um “chá de panelas” em meados de 1969 da família Calabrez, e o incrível é a semelhança de algumas pessoas do vídeo com algumas tias minhas.

Este post será mantido sempre atualizado assim que obter mais sucesso nesta procura pela origem da família. Hoje com Facebook, Google Maps, Whatsapp, FamilySearch é muito mais fácil que há 20 anos atrás. Ainda sim fico imaginando como em 1947 conseguiram nos encontrar, direto do Canadá. Esta curiosidade infelizmente acho que nunca será desvendada, ou com “um pouquinho de sorte” como dizia o Dragão da Sorte Falkor, pode ser que seja, quem sabe?

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