Rezenha Crítica Star Trek – Sem Fronteiras 2016

Star Trek Sem Fronteiras Wallpaper

Nunca fui fã de sagas intergalácticas, Star Trek ou Star Wars por exemplo. Não que eu não gostasse, mas o interesse foi tarde, preferia uma pegada mais de ficção científica Sci Fi ou filmes de ação brucutus. Tudo começou há uns 5 anos atrás com o filme e livros do Guia do Mochileiro das Galáxias. Aos poucos fui conferindo os Star Wars, não virei nenhum fã, e até então Star Trek estava fora de cogitação, mas eis que surgiu o trailer de Star Trek: Sem Fronteiras, e algo ali me pegou, muito mais de quando saiu o trailer do sétimo episódio de Star Wars. Confiram a rezenha crítica de Star Trek: Sem Fronteiras.

Fui logo na estreia, dia 01 de Setembro de 2016. O filme começa bem fraco, com algumas piadinhas tentando ser descolado e abraçar os mais receosos. A ingenuidade com que alguns alguns fatos ocorrem acabam tirando a vontade de assistir por algum momento como foi meu caso que estava começando a ficar com sono, pois a motivação que a Federação e seu Capitão Kirk possuem para levantar voo com a Enterprise é muito banal, até os mais desatentos sacam que o fator confiança para um resgate foi demasiadamente ingênuo e fazendo os mais críticos de tonto.

Fugindo deste primeiro ato, o filme embala, e muito bem. As cenas de ação por todo o filme são inspiradoras e tensas, fazem você sair do marasmo, ficar até ereto na cadeira segurando nos encostos de braço da cadeira curtindo cada momento com uma trilha sonora totalmente renovada e da mesma forma que as cenas de ação, inspiradoras, deixando o já sonolento e cansado John Williams de Star Wars literalmente obsoleto, e chato.

As primeiras cenas de ação intergaláctica e a ameaça que surgem me fez lembrar de um dos personagens mais temidos do livro da História Sem Fim, Ygramul (Essa só os fortes entenderão!). Eu fiquei rindo com algo, a nossa sensual Zoe Saldana adora uma personagem fictícia colorida já perceberam? Se duvidam, apenas procurem por seu nome em Avatar e Guardiões da Galáxia, além claro do próprio Star Trek, e isso é ótimo, manda super bem, um show de interpretação com muita ação com a pitada certa de comédia e sensualidade (Ela toda pintada continua linda PQP).

Guardando suas devidas proporções podemos comparar este novo capítulo de Star Trek com Mad Max Estrada da Fúria (Vejam minha reZenha), só que no espaço. Afinal a ação come solta, mas sem perder a meada e lógica da coisa. Um roteiro mais simples que seus antecessores e a história de toda a saga, mas feito com amor e carinho com todo cuidado para que a qualidade continuasse a mesma, só que conseguiram ir além.  Justin Lin não é nenhum George Miller (Diretor e criador do universo Mad Max) afinal não foi ele o criador da série e ainda precisa de alguns ajustes, mas li uma entrevista que o mesmo tinha a série como algo de seu passado, onde quando criança em tempos difíceis só desejava chegar com seu pai em casa e assisti-la na TV. O mesmo usou de sua nostalgia e sentimento por aqueles momentos com seu pai para criar algo com o coração, e conseguiu transmitir da melhor maneira ao telespectador.

Além da excelente trilha instrumental,nos deparamos com uma música já não tão nova, mas que ainda continua atual nos ouvidos dos noventistas, Sabotage dos Beastie Boys, cara a cena em que esta música aparece é como se levássemos literalmente uma porrada na cara e toda a sequência a seguir combina perfeitamente com tudo, mostrando inclusive o que vai ser daqui para frente a saga e esta briguinha entre fãs de Star Trek e Star Wars (Brincadeira gente, só fiz este último comentário para causar a discórdia).

Os famosos fan services são pontuais, não tomam o filme todo querendo fazer um remake ou reboot, surgem apenas para saudar os antigos heróis e mesmo eu que não acompanhei a saga toda não fiquei boiando, me emocionou com a forma como transmitiram-na no filme.

Se eu fosse um fã da série, poderia até cometer a gafe de dar um 3, inventando trocentas desculpas, mas como fui um franco atirador e agora sim um novo fã da saga…

Minha nota é 4/5.

E você o que achou do filme? Conte-nos para saber sua experiência. O seu comentário é a alma do Blog.

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5 comentários sobre “Rezenha Crítica Star Trek – Sem Fronteiras 2016

  1. Pingback: E o maior lanche de Matão é no Hermes | Rezenhando

      • Birovisky, ainda não fiz minha crítica no blog, mas concordo com você. O filme é repleto de ação, mas sem perder o foco original da série: ir audaciosamente aonde ninguém esteve… Gostei da evolução dos personagens coadjuvantes, eles se tornaram mais evidentes nesse filme, tomando decisões e agindo de forma amadurecida, assim como o Kirk, que se mostrou um capitão menos rebelde e mais responsável com a sua tripulação! O vilão poderia ter sido bem mais utilizado, ficando no mesmo patamar de Khan em Além da Escuridão, no quesito vilão regular. Mas no todo, o filme é excelente e os easter eggs emocionantes me fizeram gostar ainda mais dele. Quando a resenha estiver pronta, o convido a lê-la.

        Abraços e boa semana 😀

        Curtido por 1 pessoa

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