Rezenha Crítica Mulher Maravilha 2017

Os visitantes mais antigos estão estranhando esta sequência de filmes com super heróis por aqui, pois bem, até eu, mas é que alguns de fato estão realmente valendo a pena, como é o caso da Mulher Maravilhosa, oops, digo Mulher Maravilha. Um filme que agrada a todos, menos os “marveletes” e algumas “feminazes” que sonhavam com um absurdo “subaco” peludo nas telonas, fora estes intempéries o filme vem como um representante digno da DC, felizmente sem o carma sabotador de Zack Snyder e Warner picotando toda a ala criativa, ainda bem. Confira “rezenha” crítica de Mulher Maravilha.

Nunca fui fã da heroína ou sequer procurei saber a origem da Amazona. Tudo foi novo para mim, e um filme onde somos jogados a mitologia grega, primeira guerra mundial e um arco muito bem desenvolvido unindo estes fatores teria tudo para dar certo e deu.

Somos apresentados a origem da heroína e todo seu treinamento até tornar-se uma guerreira, maravilhosamente treinada por Robin Wright (Claire Underwood de House of Cards) com um físico invejável. Adentramos por todo o folclore envolto a ilha das amazonas, como foram parar ali, o que defendem e suas crenças, até o choque cultural quando o espião e capitão Steve (eterno capitão Kirk) cai acidentalmente na ilha. Uma sequência de cenas engraçadas dele na ilha e depois quando Diana (Mulher Maravilha) vai até Londres, o choque cultural e algumas dúvidas provocam várias risadas, na medida certa.

Novamente temos um 3D lixoso com a única intenção de esfaquear nosso suado dinheirinho. Nada que possamos destacar, tanto que se tivesse sido rodado em 2D conseguiríamos apreciar com mais gosto os efeitos especiais, pois são de muito bom gosto e com qualidade inquestionável, fora a trilha sonora e efeitos sonoros que empolgam em todas as cenas de ação, ponto para o filme e o cinema de Matão, Cine Teatro Matão, que possui um sistema Dolby Digital fantástico muito melhor que nossa vizinha Araraquara.

O que me incomodou foi o ator escolhido para ser o vilão e Deus das guerras Ares. Tem muita cara de tiozão, acho que seria muito melhor algum outro ator mais insano, é a única reclamação.

Fiquei muito feliz com o eterno Spud de Trainspotting como coajuvante e equipe de apoio de Diana.

A DC precisava muito de Mulher Maravilha, um divisor de águas na editora e cinema, quiçá para nossa geração. Como adiantei, alguns temas onde se é valorizado (e deve!) a mulher são feitos na medida certa sem extrapolar o bom senso e transformar a obra em algo 100% feminista, sairia do foco e provocaria mal estar em muita gente que poderia estar ali para ver apenas um filme de super herói, assim como eu. Este foi um dos grandes trunfos da obra que daqui a alguns anos vamos lembrar de sua importância assim como foi Super Homem nos anos 20, 30 e toda àquela conversa capitalista.

Minha nota é 3/5.

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8 comentários sobre “Rezenha Crítica Mulher Maravilha 2017

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