Rezenha Crítica Creep 1 e 2

wallpaper creep

Ultimamente nem tenho acessado muito Netflix, não tenho concordado com a política de priorizar produções originais do que adquirir um amplo catálogo de filmes de terceiros, mas enfim, noite chuvosa, feriado, eis que bateu aquela vontade de assistir um filme curto e de terror. Demorou pra encontrar e acabei caindo num tal de Creep, tinha o 1 e o 2 ainda por cima, mesmo torcendo o nariz resolvi assistir só o primeiro. Bom não precisa nem falar que logo depois já assisti o 2 né? Conheçam o Peachfuzzz e confiram a “rezenha” crítica de Creep 1 que foi lançado em 2014 e Creep 2, lançado em 2017.

Rezenha Crítica Creep 1, 2014

Tanto o primeiro como o segundo são a mesma linha de história. Josef é um personagem complexo com sérios problemas psicológicos que não sabemos (e nem queremos) a origem e que contrata pessoas para gravarem seu dia a dia. A pessoa da vez foi Aaron, que fica fascinado pelo modo de vida de Josef e também pelo dinheiro pago por ele ksksksksksksks.

Creep tem todos clichês de terror possíveis, desde um protagonista extremamente e absurdamente inocente (burro), found footage (estilo de filme gravado à mão), história rasa e simplória com um assassino (serial killer), vários jump scares e uma continuação igual.

Com esse conjunto de característica teria tudo pra ser uma merda de filme, só que não, é um bom exemplo de como pegar uma receita de bolo bem saturada, e se bem feito, fazer um PUTA BOLO GOSTOSO.

Mark Duplass, o antagonista, surge como um excelente ator, talvez um dos melhores ingredientes do “despretensioso bolo”. Ele consegue transmitir toda a loucura, insanidade e aleatoriedade de Josef. Resumindo eu curti pra caralho e teria ido embora da casa no momento que Josef me convidaria pra gravá-lo tomando banho de banheira.

Creep garante diversão, tensão e vários sustos durante uma hora e meia de filme. Duração perfeita, mais que isso tornaria o filme uma droga cansativa.

Iria assistir de novo? Sim!

Minha nota é 3,5/5.

Rezenha Crítica Creep 2, 2017

Uma cópia do primeiro, mas com outro protagonista, no caso uma jovem cineasta e claro o talentosíssimo Mark Duplass, que novamente rouba a cena! E desta vez além dos clichês, Creep com seu criador e diretor (Patrick Brice, dirigiu e protagonizou o primeiro, nesta sequência apenas dirigiu) gravaram uma sequência exatamente como a primeira, não mudando uma vírgula mas acrescentando uma desconstrução de personagem incrível durante a obra. Em vários momentos você vê um serial killer em crise existencial e até os momentos finais não sabemos se ele ainda é capaz de fazer o que mais gosta, ficando enfraquecido diante de uma protagonista que em vários momentos mostra-se estar mais forte que  o próprio vilão.

A franquia Creep arromba paradigmas do cinema, repete o que já foi usado exaustivamente e de uma forma inexplicável fica bom! Não sei até aonde Creep terá fôlego, mas caberia no máximo mais um terceiro pra fechar uma trilogia Creep, só acho!

Iria assistir de novo? Sim!

Minha nota é 3/5.

E você o que achou do filme? Conte-nos para saber sua experiência. O seu comentário é a alma do Blog.

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