O que é convicção? Você se acha convicto?

Voce se acha uma pessoa convicta

Em meio a uma discussão saudável no grupo de estudos sobre Magnetismo no qual toda quinta frequento, foi compartilhado uma história que resolvi “recompartilhar” convosco, amigos leitores. É um tapa na cara com luva de pelica o quão estamos enganados quanto às nossas convicções. Uma história rápida e muito interessante, confiram abaixo nos formatos em texto e vídeo.

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Quando a Expectativa tromba na triste Realidade

Um mal silencioso este (tão quanto a depressão, ou atrelada a ela), porque construímos nossos castelos muitas vezes em conjunto com alguém (ou simplesmente planejamos isso) e do nada desmorona sem um presságio. Em muitos casos temos um projeto e nada sai da forma como simplesmente planejamos, sim isso é a realidade batendo em nossa porta, sussurrando em nosso ouvido, sonhamos e tentamos transformar o sonho em realidade, entretanto muitas vezes o sonho transforma-se em pesadelo, nos tornando pessoas frustradas, tristes… sem vontade para fazer mais nada.

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Manuel Bandeira e o Amor

Dedicada a uma pessoa que apresentou-me este “poeteiro” da literatura brasileira em uma fase onde eu caminhava sozinho pelo pântano da tristeza infinita e que infelizmente “não está mais entre nós”. Seus textos são como muitas vezes costumo pensar, o amor pode ser demonstrado de várias formas, inclusive com o ódio, não que seja o caso, óbvio que não, esta apenas uma divagação deste caixeiro viajante, blogueiro divagador e romântico incurável.

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Quero ir à Pasárgada

pasargada

Acho que eu deveria criar uma categoria chamada poesias aqui no Blog em virtude das diversas que admiro de grandes autores brasileiros para poder dissertar sobre, mas como essa ideia surgiu agora vamos ver como vai ser daqui para frente. Segue uma das obras de Manuel Bandeira, chamada Pasárgada (Que descobri em um texto adaptado magistralmente do jornalista Cosme Rímoli em 2013), onde sempre que me deparo de momentos de extremo stress ou de alívio é inevitável a comparação e imaginação. Quem dera se eu fosse “amigo do rei” e pudesse desfrutar de Pasárgada, ficar no ócio absoluto sem preocupação alguma e ninguém para preocupar-se comigo.

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