Chester, um dos últimos ídolos do Rock!

Chega até ser estranho escrever sobre ele ou a banda, não apenas pelo repentino e inesperado suicídio, também porquê na ascensão que tiveram em meados dos anos 2003/2004 eu simplesmente odiava-os, sequer dava-me a chance de ouvir com o mínimo de atenção que merecia uma ou outra música, talvez teria tido uma adolescência menos revoltada, curtindo um bom Rock, e muito por conta da minha banda favorita que me enrolou por anos para lançar um álbum inédito e voltar a aparecer nas paradas não o fiz (estou falando do Guns N’ Roses e seu midiático Chinese Democracy, é eu sei, coisa de adolescente).

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Facebook, o maior cemitério do mundo

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Facebook, uma rede social que integrou o mundo e talvez a última que monopolizou (alienou) a sociedade de forma unânime. Imbatível, milhões criaram sua “cara livro” (ou como o fundador adora denominar “Livro da vida”,) independente se estas pessoas continuam a utilizar ou não a sua conta. Nesta década não há mais monopólio, afinal existem outras redes sociais para todos os gostos e bem específicas. Para pequenos e sintéticos textos, o Twitter, fotos, o Instagram, blogs, WordPress ou Tumblr, entre outras mais ainda mais específicas, só que nenhuma outra integrou tudo e todos como o Facebook, e diante da “concorrência social” atual dificilmente haverá outra rede social em que o mundo todo utilize simultaneamente e possua os bilhões de usuários que o Facebook possui. Aí me vem o seguinte questionamento, e quando a maioria destes usuários, sejam ativos ou não, começarem a morrer? Sim amigos, o Facebook irá tornar-se o maior cemitério do mundo.

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