Rezenha Crítica Memórias do Padre Germano

Memorias do Padre Germano

Depois de um tempo sem ler livros com a temática Espiríta retomei com um clássico indicado pelo escritor e palestrante Orson Peter Carrara, referência na área, inclusive o mesmo, escreveu um livro sobre este que li e irei vos “rezenhar” convosco. Confiram a “rezenha” crítica de Memórias do Padre Germano.

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Rezenha Crítica Em Águas Profundas de David Lynch

David Lynch Em Aguas Profundas

Desde o ano passado tenho mergulhado nestas águas profundas Lynchinianas com suas obras cinematográficas mas quando soube deste livro, lançado em 2008, não pensei duas vezes e o comprei, muito em razão de ser uma auto biografia e possuir alguns comentários de Lynch sobre um tema que espero aprofundar-me um dia, a Meditação Transcendental, além da influência e como alcançar a criatividade profunda no que tange nossos projetos de vida. Muitas curiosidades sobre sua vida e carreira também podem ser conferidas. Confiram a “rezenha” crítica de Em Águas Profundas.

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Rezenha Crítica O Alquimista de Paulo Coelho

Como pode um fã do Maluco Beleza como eu nunca ter lido sequer um livro de um dos únicos amigos íntimos e maior contribuidor para o legado de Raul Santo Seixas? Isso mesmo estou falando de Paulo Coelho, o Mago. Assim como a história do livro propõe e traçando um paralelo com a minha maluca vida, os sinais podem vir da onde a gente menos espera, só dependendo da gente abraçá-los com toda a força ou não, ainda mais quando a indicação vem de uma pessoa tão especial. Em tempo recorde terminei de lê-lo, degustando cada página e refletindo muita coisa em minha vida. Sou apenas uma gota, das milhões deste oceano que já leram esta obra prima de Paulo Coelho e identificaram-se com ela. Confiram minha “rezenha” crítica de O Alquimista.

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TAG: “Ler é um presente!”

Ler e um presente

Fui convidado pela Pamella do Matutare a escrever sobre a TAG “ler é um presente”. Sinto-me honrado pelo convite, e apesar de não ter um hábito diário de ler, desenvolvi um pouco desta habilidade de uns 4 anos pra cá. Logicamente que não é rotineiro, mas para quem não lia nada desde a infância, ler algum livro de vez em nunca já é um imenso avanço, até para desenvolver a escrita. Agradeço a um antigo amigo, perdido, nas paradoxais linhas do tempo já esquecidas, que sempre incentivou-me. Então vamos lá!

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