Rezenha Crítica Kingsman: Serviço Secreto 2016

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Depois de ficar ocioso assistindo as séries que pipocaram inclusive aqui pelo Blog (Mr. Robot & Black Mirror), acabei deixando alguns posts para trás, o que foi uma grande injustiça, por exemplo com o Kingsman, que já tem data de estréia para sua continuação ano que vem. Depois de ter enrolado quase um ano para assistir achando que não era um bom filme de ação, fico me perguntando até hoje: Porquê diabos não fui no cinema na época assisti-lo?

Se arrependimento matasse, já estaria há muito tempo morto, e não me conformo que não fui assisti-lo no cinema. Há muito tempo não via um  excelente filme de ação com o típico humor inglês que fizesse eu cagar de rir. Do começo ao fim, fazendo calculadas sátiras aos filmes marmeladas e ingleses de 007 até aos mais sérios como por exemplo da franquia Bourne, sem perder a essência do que é Kingsman, um filme de ação com seu próprio corpo e com uma potencialização para uma franquia de sucesso.

Temos o eterno “Rei” do Oscarizado “Discurso do Rei” personagem de Colin Firth, o Harry Hart, acompanhado de um elenco cirurgicamente entrosado e de fazer inveja a qualquer diretor, onde temos Michael Caine, Samuel L. Jackson, Mark Hamill, Mark Strong e dentre outros nomes importantes.

Já começo falando do Samuel L. Jackson, que interpreta o vilão nerd e exótico nenhum pouco ortodoxo Valentine, e nem é o Tarantino o diretor hein! A motivação do mesmo para “acabar com o mundo” e fazer uma limpeza é algo muito criativo, que deu até medo de continuar usando celular, mas o que mais me chama atenção é como este FDP consegue criar vilões ou personagens caricatos. Samuel é foda, você ri com o cara e torce de vez em quando pro Valentine mesmo sendo um vilão genocida.

E como um excelente filme de ação e até para equiparar ao tom britânico, não podia deixar de falar da trilha sonora de todo o decorrer do filme. Houve uma mescla de músicas orquestradas com minha paixão que são as músicas de flashback (Vulga anos 80).

Você vai de Dire Straits a Lynyrd Skynyrd e  KC & The Sunshine Band com as excelentes e bem filmadas cenas de ação acontecendo e as orquestras entrando em cada batidão que você fica alvoroçado. O que é aquela cena do bar e a cena da igreja? PUTAQUEOPARIU, você vê ali o dedo do diretor Matthew Vaughn (Que já dirigiu Kick Ass, X Men e produziu por exemplo filmes alucinantes de ação chamados Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes e Snatch: Porcos e Diamantes, quem assistiu sabe do que tô falando). São cenas insanas cara, com violência na medida certa (Muito para o clima e classe britânico), muito sangue e uns jogos de câmeras que me fez repetir as cenas  citadas umas duas vezes fazendo eu dar muita risada ao som de Give it Up, além da luta final, onde o aprendiz de Kingsman,  raxei com o nome dele, Eggsy (Taron Egerton), luta com a guarda costas de Valentine, uma mulher que tem próteses afiadas no lugar dos pés, ao som da Give it Up, parece surreal? Mas isso que faz o filme incrível!

Aos chatinhos de plantão, é um filme de ação que a proposta é resgatar aquela magia das marmeladas com bom humor canastrão, você não pode assistir um filme destes achando que terá um grau de seriedade como a saga do Jason Bourne (Inclusive eles satirizam isso no próprio de forma enrustida).

Brincadeiras a parte, o filme tem tudo de bom, uma boa premissa de como você torna-se um agente secreto, um vilão com suas crenças assustadoras (E friso novamente, que achei muito criativo a motivação do vilão, espero que na continuação criem algo ainda mais tenebroso e criativo para o vilão), personagens caricatos, onde até o sério e Sir. Michael Caine entra na roda como o chefe da organização Kingsman com seu fino garbo e cheio dos bons costumes, blasé e aristocrático. Todo o elenco está entrosado e tudo ocorre de forma natural, até a solicitação de um analzinho rola suave  de forma natural no filme gente!

Até o protagonista, típico ator teen  que faz o Eggsy achei bacana a forma como ele “evolui” do modo Justin Bieber de ser, todo ramelento e envergonhando a “crasse home” para um Homem de verdade e classudo, like a boss ksksks… E gente quem tem coragem de matar um Pug ou confundi-lo com um Bulldog?

Filmasso, que terá uma continuação em 2017. Fiquemos no aguardo, 2017 promete!

Minha nota é 5/5.

E você o que achou do filme? Conte-nos para saber sua experiência. O seu comentário é a alma do Blog.

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3 comentários sobre “Rezenha Crítica Kingsman: Serviço Secreto 2016

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